A Secretaria da Saúde de Júlio Mesquita realiza Campanha de Vacinação contra INFLUENZA

A Secretaria da Saúde de Júlio Mesquita realiza Campanha de Vacinação contra INFLUENZA

A Secretaria da Saúde de Júlio Mesquita iniciou na última segunda-feira (17) de abril, a Campanha Nacional de Vacinação Contra a Influenza. A campanha vai até 26 de maio. E o dia “D” Mobilização Nacional está marcado para o dia 13 de maio. A meta é vacinar 54,2 milhões de pessoas em todo o país. Este ano, a novidade da campanha é a inclusão dos professores da rede pública e privada no público alvo, com direito a receber a imunização gratuitamente no SUS.

Observação importante para a vacina é a contraindicação para quem tem alergia severa a ovo.

Declara a secretaria da Saúde do município de Júlio Mesquita Sandra Valéria Pereira. Que o setor da saúde segue o cronograma de vacinação apresentado pelo Ministério da Saúde do Estado de São Paulo, que visa imunizar cerca de 52,4 milhões de pessoas em todo o país. “Começamos a vacinar na última segunda-feira dia 17 de abril, nesta primeira etapa estamos vacinando os trabalhadores da saúde dos serviços públicos e privados e as pessoas com 60 anos ou mais idade,” afirma Valéria.

A partir da próxima segunda-feira dia 24, a vacinação vai ser dirigida para gestantes, puérperas, crianças (seis meses e 5 anos de idade).

A partir do dia 02 de maio é a vez dos comorbidades.

A partir do dia 08 de maio serão imunizados os professores e todos os outros grupos anteriores e no sábado dia 13 de maio ocorre o dia “D”.

A população de Júlio Mesquita que se encaixa neste cronograma de vacinação deve procurar a UBS Antônio Soares, de segunda-feira á sexta, no horário das 7h ás 22h, e nos sábados a secretaria de Saúde realiza plantão das 8h ás 17h

A vacina disponível no SUS protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no país: A/H1N1; A/H3N2 e influenza B.

Segundo o informações do Ministério da Saúde do Estado de São Paulo, 60 milhões de doses de vacinas foram adquiridas, das quais 21,1 milhões de doses já foram distribuídas aos estados. Diz a técnica em enfermagem de Júlio Mesquita Adenilia a secretaria de Saúde do município recebeu no primeiro lote cerca de 200 doses da vacina.  E os grupos prioritários devem se vacinar todos os anos, já que a imunidade contra os vírus cai progressivamente. Além disso, o vírus da gripe passa por mutações frequentes. “Afirma Adenilia”.

Prevenção – A transmissão dos vírus influenza acontece por meio do contato com secreções das vias respiratórias, eliminadas pela pessoa contaminada ao falar, tossir ou espirrar. Também ocorre por meio das mãos e objetos contaminados, quando entram em contato com mucosas (boca, olhos, nariz). À população em geral, o Ministério da Saúde orienta a adoção de cuidados simples como medida de prevenção para evitar a doença, como: lavar as mãos várias vezes ao dia; cobrir o nariz e a boca ao tossir e espirrar; evitar tocar o rosto; não compartilhar objetos de uso pessoal; além de evitar locais com aglomeração de pessoas.

É importante lembrar que, mesmo pessoas vacinadas, ao apresentarem os sintomas da gripe – especialmente se são integrantes de grupos mais vulneráveis às complicações – devem procurar, imediatamente, o médico. Os sintomas da gripe são: febre, tosse ou dor na garganta, além de outros, como dor de cabeça, dor muscular e nas articulações. Já o agravamento pode ser identificado por falta de ar, febre por mais de três dias, piora de sintomas gastrointestinais, dor muscular intensa e prostração.

Reação adversa– Após a aplicação da vacina, podem ocorrer, de forma rara, dor no local da injeção, eritema e enrijecimento. São manifestações consideradas benignas, cujos efeitos costumam passar em 48 horas. A vacina é contraindicada para pessoas com história de reação anafilática prévia em doses anteriores ou para pessoas que tenham alergia grave relacionada a ovo de galinha e seus derivados. É importante procurar o médico para mais orientações.

Dados de 2016 – Até 1º de abril, foram registrados 276 casos de influenza em todo o país e 48 mortes. Do total, 21 foram por H1N1, sendo que seis evoluíram para óbito. Em todo o ano passado, o Ministério da Saúde registrou 12.174 casos de influenza de todos os tipos no Brasil. Deste total, 10.625 foram por influenza A (H1N1), sendo 1.987 óbitos. O Brasil possui uma rede de unidades sentinelas para vigilância da influenza, distribuídas em serviços de saúde de todas as unidades federadas, que monitoram a circulação do vírus influenza por meio de casos de síndrome gripal (SG) e síndrome respiratória aguda grave (SRAG).

Do portal da Prefeitura de Júlio Mesquita – Imprens@ On-line

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